Se pegarmos em revistas para o grande público mas mais direccionadas para a área das RI, podemos observar que este ano já ocorreram vários acontecimentos que marcam a agenda internacional.
Desde de a eleição de Obama a Presidente dos Estados Unidos da América que já está a ser alvo de vários estudos na área das ciências sociais e humanas; a economia verde que decididamente entrou na linguagem corrente e os políticos estão a gastar milhões em tecnologias limpas que irão criar empregos; à reviravolta dos mercados que "ressuscita" e gera um interesse renovado pelos pensadores económicos de outrora; à especulação de que nos aproxima-mos da grande/ou grandes
revoluções nas mais diversas áreas; eleições um pouco por todo o globo (eleições ano 2009)...
A nível nacional para além das esperadas eleições legislativas e eleições autárquicas, foi na 1ª Edição das Conferências do Estoril com o tema "Pensar global, agir local" durante três dias de debates, que Portugal recebeu mais de 30 prestigiados oradores, entre os quais o prémio nobel de economia Joseph Stiglitz (que posteriormente deu uma palestra para alguns docentes e alunos universitários entre os quais membros docentes da Universidade de Évora e dois membros do NERIUÉ )...
Desde de a eleição de Obama a Presidente dos Estados Unidos da América que já está a ser alvo de vários estudos na área das ciências sociais e humanas; a economia verde que decididamente entrou na linguagem corrente e os políticos estão a gastar milhões em tecnologias limpas que irão criar empregos; à reviravolta dos mercados que "ressuscita" e gera um interesse renovado pelos pensadores económicos de outrora; à especulação de que nos aproxima-mos da grande/ou grandes
revoluções nas mais diversas áreas; eleições um pouco por todo o globo (eleições ano 2009)...
A nível nacional para além das esperadas eleições legislativas e eleições autárquicas, foi na 1ª Edição das Conferências do Estoril com o tema "Pensar global, agir local" durante três dias de debates, que Portugal recebeu mais de 30 prestigiados oradores, entre os quais o prémio nobel de economia Joseph Stiglitz (que posteriormente deu uma palestra para alguns docentes e alunos universitários entre os quais membros docentes da Universidade de Évora e dois membros do NERIUÉ )...
VC

"The Institute for Cultural Diplomacy is pleased to announce the details of our forthcoming Weeklong Seminar for the program Cultural Diplomacy in Europe: A Forum for Young Leaders, which will take place in Berlin from 19th – 23rd October, 2009."
Further information about the next Weeklong Seminar, including the online application forum, can be found under:
http://www.culturaldiplomacy.org/youngleadersforums/index.php?en_forums_cde_next-weeklong-seminar
http://www.culturaldiplomacy.org/youngleadersforums/index.php?en_forums_cde_about
www.culturaldiplomacy.orgVC
História do Irão- CNN
Com cerca de 62,6 % dos votos Mahmoud Ahmadinejad vence as eleições no Irão, enquanto o seu opositor conquistou Mirhossein Mousav 33,75 % dos votos."Os principais actores da actual cena política iraniana são:
No campo conservador:
Ayatollah Ali Khamenei: Guia supremo e primeira figura da República Islâmica do Irão. Tem a última palavra sobre todos os assuntos do Estado e apoiou claramente o presidente Mahmud Ahmadinejad, reeleito nas presidenciais de 12 de Junho.
É o chefe de todos os ramos das forças armadas, incluindo o corpo de elite dos Guardas da Revolução.
Ali Khamenei ocupa um cargo de nomeação vitalícia e designa também o chefe do sistema judiciário e seis dos 12 membros do poderoso Conselho dos Guardiães da Constituição. Por via indirecta, é igualmente responsável pela nomeação dos restantes seis membros do conselho, que lhe são propostos pelo chefe dos juízes.
O guia supremo do Irão nomeia ainda os comandantes das forças armadas e confirma a validação, pelo Conselho dos Guardiães da Constituição, da eleição do Presidente.
Mahmud Ahmadinejad, 52 anos: Presidente do Irão, reeleito em 12 de Junho apesar da contestação aos resultados eleitorais.
Ahmadinejad, foi eleito pela primeira vez em 2005 depois de uma campanha populista em que prometeu distribuir a riqueza gerada pelo petróleo pelas classes mais desfavorecidas.
Adoptou uma postura de desafio perante o ocidente e Israel, classificando o holocausto nazi como um "mito" e ignorando as resoluções das Nações Unidas sobre o programa nuclear iraniano.
Internamente, Mahmud Ahmadinejad, é criticado por ter gerido mal a economia do Irão.
Conselho dos Guardiães da Constituição: Órgão constituído por 12 membros que detém o poder de interpretar a constituição do Irão e de avaliar os candidatos às principais eleições.
O Conselho dos Guardiães da Constituição é dominado pelos conservadores e leal ao guia supremo e tem agora, face ao movimento de contestação, a tarefa delicada de reexaminar os resultados das eleições de 12 de Junho.
No campo reformista:
Mir Hossein Moussavi, 67 anos: Candidato vencido nas eleições presidenciais, cujos resultados contesta, é visto como um conservador moderado que fez um regresso espectacular à cena política como representante de uma vontade de reforma dispersa na sociedade depois de 20 anos de ausência.
É actualmente a figura catalisadora do movimento, constituído maioritariamente por jovens e estudantes, que contesta os resultados das eleições como bandeira do desejo de liberalização.
Moussavi foi um dos fundadores do Partido Islâmico que apoiou o ayatollah Komeini, fundador da República Islâmica, depois da fuga do Xá, foi nomeado primeiro-ministro em 1981, o ano a seguir ao início da guerra Irão-Iraque.
Grande ayatollah Hossein Ali Montazeri: Dissidente religioso que apelou para que os jovens se manifestem pacificamente.
Chegou a ser apontado como o sucessor de Khomeini, mas foi depois colocado em prisão domiciliária por criticar abertamente o regime, mantendo-se no entanto uma voz importante.
Mohammed Khatami, ex-presidente da República Islâmica do Irão (1997-2005): Juntou-se à campanha de Mussavi.
Enquanto Presidente tentou iniciar um processo de reforma, que foi bloqueado pelas autoridades religiosas.
Akbar Hachemi Rafsanjani, ex-Presidente da República Islâmica do Irão (1989-1997): Visto como um conservador pragmático, aproximou-se do campo reformista depois de derrotado por Ahmadinejad nas eleições presidenciais de 2005.
Rafsanjani mantém-se uma figura influente, sendo o chefe do Conselho de Discernimento, o principal órgão de arbitragem do Irão, mas manteve-se afastado do movimento de contestação aos resultados eleitorais. "
É o chefe de todos os ramos das forças armadas, incluindo o corpo de elite dos Guardas da Revolução.
Ali Khamenei ocupa um cargo de nomeação vitalícia e designa também o chefe do sistema judiciário e seis dos 12 membros do poderoso Conselho dos Guardiães da Constituição. Por via indirecta, é igualmente responsável pela nomeação dos restantes seis membros do conselho, que lhe são propostos pelo chefe dos juízes.
O guia supremo do Irão nomeia ainda os comandantes das forças armadas e confirma a validação, pelo Conselho dos Guardiães da Constituição, da eleição do Presidente.
Ahmadinejad, foi eleito pela primeira vez em 2005 depois de uma campanha populista em que prometeu distribuir a riqueza gerada pelo petróleo pelas classes mais desfavorecidas.
Adoptou uma postura de desafio perante o ocidente e Israel, classificando o holocausto nazi como um "mito" e ignorando as resoluções das Nações Unidas sobre o programa nuclear iraniano.
Internamente, Mahmud Ahmadinejad, é criticado por ter gerido mal a economia do Irão.
Conselho dos Guardiães da Constituição: Órgão constituído por 12 membros que detém o poder de interpretar a constituição do Irão e de avaliar os candidatos às principais eleições.
O Conselho dos Guardiães da Constituição é dominado pelos conservadores e leal ao guia supremo e tem agora, face ao movimento de contestação, a tarefa delicada de reexaminar os resultados das eleições de 12 de Junho.
No campo reformista:
É actualmente a figura catalisadora do movimento, constituído maioritariamente por jovens e estudantes, que contesta os resultados das eleições como bandeira do desejo de liberalização.
Moussavi foi um dos fundadores do Partido Islâmico que apoiou o ayatollah Komeini, fundador da República Islâmica, depois da fuga do Xá, foi nomeado primeiro-ministro em 1981, o ano a seguir ao início da guerra Irão-Iraque.
Grande ayatollah Hossein Ali Montazeri: Dissidente religioso que apelou para que os jovens se manifestem pacificamente.
Chegou a ser apontado como o sucessor de Khomeini, mas foi depois colocado em prisão domiciliária por criticar abertamente o regime, mantendo-se no entanto uma voz importante.
Enquanto Presidente tentou iniciar um processo de reforma, que foi bloqueado pelas autoridades religiosas.
Akbar Hachemi Rafsanjani, ex-Presidente da República Islâmica do Irão (1989-1997): Visto como um conservador pragmático, aproximou-se do campo reformista depois de derrotado por Ahmadinejad nas eleições presidenciais de 2005.
Rafsanjani mantém-se uma figura influente, sendo o chefe do Conselho de Discernimento, o principal órgão de arbitragem do Irão, mas manteve-se afastado do movimento de contestação aos resultados eleitorais. "
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Sobre nós
Nós somos um Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais da Universidade de Évora
História do NERIUÉ
Foi com enorme orgulho que no dia 29 de Fevereiro de 2008 se efectuaram eleições e o curso de Relações Internacionais da Universidade de Évora viu nascer um dos seus primeiros frutos, o NERIUÉ, após o início da licenciatura do ano 2007/2008, com o trabalho dos alunos e o apoio da Comissão de Curso, com o objectivo de dinamizar actividades extra curriculares relacionadas com as RI.
Pretendemos transformar o período de passagem dos estudantes pela vida académica num momento de aprendizagem dinâmica mais informal.
É uma mais valia para a licenciatura, que todos os estudantes de Relações Internacionais participem e colaborem com projectos e ideias.
Pretendemos transformar o período de passagem dos estudantes pela vida académica num momento de aprendizagem dinâmica mais informal.
É uma mais valia para a licenciatura, que todos os estudantes de Relações Internacionais participem e colaborem com projectos e ideias.
Porquê Relações Internacionais?
Trata-se de um curso essencial, pois já ninguém pode ignorar o mundo internacional numa era de globalização. O mundo que nos rodeia tem repercussões na vida quotidiana de cada um de nós. O comércio internacional, as inovações tecnológicas, os problemas com os direitos humanos, a ajuda humanitária, a crise ecológica e ambiental, as relações entre povos e estados, tudo tem hoje uma influência que é, em simultâneo, local e global, além de decisiva para o futuro da humanidade. As chances de desenvolvimento serão determinadas, essencialmente, pela maior ou menor capacidade que desenvolvam para conviver e protagonizar situações de mudança. Este é o grande desafio, no início do século XXI, e terá de ser estudado porque nas próximas décadas será uma questão fundamental a sobrevivência do género humano enquanto espécie. Vive-se, hoje, um processo de mutação do pensamento, que deve dar origem a uma nova civilização consciente da interdependência entre povos e nações, e reafirma a relação entre o homem e o Universo, entre a parte e o todo. Importa, por isso, ter ferramentas de compreensão, prática e teórica, que permitam formar diplomados que possam intervir no mundo.
Porque o mundo é de todos.
Porque o mundo é de todos.
Saídas Profissionais
Carreira diplomática e consular; carreira em organizações internacionais; ONG's; empresas privadas e entidades públicas que trabalhem em projectos internacionais e/ou europeus e transfronteiriços; funções técnicas superiores em entidades públicas centrais, regionais ou locais; assessoria em gabinetes públicos ou privados de estudos internacionais e/ou europeus.
Fundadora:
Vânia Cabrita, aluna de RI (2007/2008)
Universidade de Évora
