Visto as instalações do Colégio Espírito Santo se encontrarem encerradas amanhã, devido ao feriado, as eleições para o NERIUÉ vão se proceder através do formato de votação via sms!

Desta forma anunciamos que apenas existe uma lista (Lista B, composta por alunos do 1ºAno do curso).


Durante o dia de amanhã envie o seu voto pra o nº 91 749 947 3.






- Dia 10 de Junho de 2009 no Colégio Espírito Santo, irá realizar-se as eleições para a direcção, assembleia geral e conselho fiscal do Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais da Universidade de Évora.

- O período de votação será das 10 horas às 13horas, é necessário que levem os cartões de estudante.
Obrigada.
"O Partido Popular Europeu (PPE) pediu esta segunda-feira que os governos dos 27 países que integram a União Europeia confirmem na cimeira de 18 e 19 de Junho, a reeleição de Durão Barroso como líder da Comissão Europeia nos próximos cinco anos.
Além do PPE, vários líderes sociais-democratas e socialistas manifestaram o seu apoio ao antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, entre o quais José Sócrates, o primeiro-ministro espanhol José Zapatero e o líder britânico Gordon Brown.

No rescaldo das eleições europeias o PPE permanece como força política maioritária, com 267 deputados em 763. O novo Parlamento Europeu reúne e debate pela primeira vez entre os dias 13 e 16 de Julho e nessa altura deverá confirmar e anunciar o nome do presidente da União Europeia."

in Correio da Manhã,dia 8 de Junho de 2009

VC




Nas eleições para o PE realizadas a 27, os dados avançados pelos serviços da assembleia apontam para a mais elevada taxa de abstenção de sempre em eleições europeias (cerca de 56,6%), já que, num universo de aproximadamente 375 milhões de eleitores, apenas 161 milhões terão participado nas eleições.

Portugal teve uma taxa de participação ainda menor que a média da UE, "confirmando" uma tendência que se verifica desde 1989,(cerca de 36,5 % inferior à média comunitária -43,4%) data das primeiras eleições europeias realizadas em Portugal em simultâneo com os restantes Estados-membros.

As estimativas avançadas pelos serviços do Parlamento Europeu, Portugal regista a nona taxa de participação mais baixa entre os 27 Estados-membros, e a segunda pior desde a sua adesão à UE (apenas superior aos 35,5% de 1994), não contando com as eleições realizadas em 1987, apenas em Portugal e Espanha, quando a afluência às urnas atingiu os 72,42%.


adaptado dn online, dia 8 de Junho de 2009

VC

"As primeiras linhas da declaração de 9 de Maio de 1950, redigida por Jean Monnet, comentada e lida à imprensa por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, dão imediatamente uma ideia da ambição da proposta: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam". "Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz".

Era assim proposta a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço. Ora, os países convidados a renunciar desta forma ao controlo exclusivamente nacional destes recursos fundamentais para a guerra, só há muito pouco tempo tinham deixado de se destruir mutuamente num conflito terrível, de que tinham resultado incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos.

Assim, tudo começou nesse dia, razão que levou os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, a decidirem celebrar o 9 de Maio como "Dia da Europa".

Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário.

Estes valores concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional, únicos garantes de uma repartição equilibrada do bem-estar entre os cidadãos.

A Europa, enquanto conjunto de povos conscientes de pertencerem a uma mesma entidade que abrange culturas análogas ou complementares, existe já há séculos. No entanto, a consciência desta unidade fundamental, enquanto não deu origem a regras e a instituições, não pôde evitar os conflitos entre os países europeus. Ainda hoje, alguns países que não fazem parte da União Europeia não estão ao abrigo de tragédias terríveis.

Como qualquer obra humana desta envergadura, a integração da Europa não se constrói num dia, nem em algumas décadas: as lacunas são ainda numerosas e as imperfeições evidentes. A construção iniciada imediatamente a seguir à II Guerra Mundial foi muito inovadora: o que nos séculos ou milénios precedentes podia assemelhar-se a uma tentativa de união, foi na realidade o fruto de uma vitória de uns sobre os outros. Estas construções não podiam durar, pois os vencidos só tinham uma aspiração: recuperar a sua autonomia.

Hoje ambicionamos algo completamente diferente: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, gerida em conjunto e aplicando o princípio segundo o qual apenas se deve fazer em comum o que pode ser mais bem feito dessa forma. Só a união dos povos pode garantir à Europa o controlo do seu destino e a sua influência no mundo. "


Sobre nós

Nós somos um Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais da Universidade de Évora


História do NERIUÉ

Foi com enorme orgulho que no dia 29 de Fevereiro de 2008 se efectuaram eleições e o curso de Relações Internacionais da Universidade de Évora viu nascer um dos seus primeiros frutos, o NERIUÉ, após o início da licenciatura do ano 2007/2008, com o trabalho dos alunos e o apoio da Comissão de Curso, com o objectivo de dinamizar actividades extra curriculares relacionadas com as RI.
Pretendemos transformar o período de passagem dos estudantes pela vida académica num momento de aprendizagem dinâmica mais informal.
É uma mais valia para a licenciatura, que todos os estudantes de Relações Internacionais participem e colaborem com projectos e ideias.


Porquê Relações Internacionais?

Trata-se de um curso essencial, pois já ninguém pode ignorar o mundo internacional numa era de globalização. O mundo que nos rodeia tem repercussões na vida quotidiana de cada um de nós. O comércio internacional, as inovações tecnológicas, os problemas com os direitos humanos, a ajuda humanitária, a crise ecológica e ambiental, as relações entre povos e estados, tudo tem hoje uma influência que é, em simultâneo, local e global, além de decisiva para o futuro da humanidade. As chances de desenvolvimento serão determinadas, essencialmente, pela maior ou menor capacidade que desenvolvam para conviver e protagonizar situações de mudança. Este é o grande desafio, no início do século XXI, e terá de ser estudado porque nas próximas décadas será uma questão fundamental a sobrevivência do género humano enquanto espécie. Vive-se, hoje, um processo de mutação do pensamento, que deve dar origem a uma nova civilização consciente da interdependência entre povos e nações, e reafirma a relação entre o homem e o Universo, entre a parte e o todo. Importa, por isso, ter ferramentas de compreensão, prática e teórica, que permitam formar diplomados que possam intervir no mundo.
Porque o mundo é de todos.

Saídas Profissionais

Carreira diplomática e consular; carreira em organizações internacionais; ONG's; empresas privadas e entidades públicas que trabalhem em projectos internacionais e/ou europeus e transfronteiriços; funções técnicas superiores em entidades públicas centrais, regionais ou locais; assessoria em gabinetes públicos ou privados de estudos internacionais e/ou europeus.

Fundadora:

Vânia Cabrita, aluna de RI (2007/2008)
Universidade de Évora